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Segunda fase do Minha Casa, Minha Vida terá moradias com energia solar

A segunda fase do programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida terá moradias com energia solar. Segundo a secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães, os novos empreendimentos destinados às famílias com renda máxima de três salários mínimos terão, obrigatoriamente, de contar com painéis solares para aquecer a água do chuveiro. “O objetivo do aquecimento solar é, além da preservação da energia, também contribuir para a sustentabilidade econômica, barateando custo da energia, aliado a um processo de educação dessas famílias, que devem fazer um uso racional da água e da energia”, disse a secretária, conforme publicado pela Agência Brasil. A medida é válida para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País e beneficiará cerca de 300 mil a 400 mil famílias. Sustentabilidade Ainda com o objetivo de garantir a eficiência de recursos, o Ministério das Cidades pretende estimular o reaproveitamento de água nas habitações da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida. Neste caso, entretanto, o sistema de reuso da água não será obrigatório. A segunda edição do programa entrará em vigor a partir de 2011 e terá 2 milhões de residências, das quais 1,2 milhão serão para famílias com renda máxima de três salários mínimos. InfoMoney Gladys Ferraz Magalhães http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1978585&path=/suasfinancas/

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Só 5% dos financiamentos para casas saem dos caixas dos bancos

De cada R$ 100 em financiamentos para a compra da casa própria, R$ 95 têm origem nas operações que usam recursos direcionados para a habitação, como a caderneta de poupança. O valor restante, de apenas R$ 5, vem dos recursos disponíveis no caixa dos bancos, o chamado crédito livre. O dado consta de relatório inédito divulgado ontem pelo Banco Central. O documento mostra que, em meio à forte expansão do crédito imobiliário nos últimos anos, a participação dos recursos da poupança segue majoritária e estável. Em agosto, brasileiros deviam R$ 120,6 bilhões em financiamentos imobiliários. O valor cresceu 3,9% na comparação com julho e saltou 51,1% em 12 meses. Do total dos financiamentos, exatos 95% - ou R$ 114,6 bilhões - foram originados em operações com recursos direcionados, como os empréstimos oferecidos pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Esse tipo de linha de crédito usa 65% dos depósitos feitos na poupança para a compra da casa própria. Já a parcela das operações com recursos livres era de apenas R$ 5,9 bilhões ou 5% de todos os empréstimos. Construção. O levantamento também mostra que, a despeito do apetite dos bancos em aumentar a participação no segmento de crédito imobiliário - inclusive com a oferta de recursos próprios -, a fatia do segmento livre segue estável, perto de 5% desde o início do estudo, em dezembro de 2008. Naquele mês, a fatia dos recursos livres era de 5,6%. Desde então, a participação tem oscilado entre 4,8% e 5,4% de todo o crédito imobiliário concedido às pessoas físicas. O estudo também mostrou que o total de empréstimos tomados por empresas do segmento de construção civil - como incorporadoras, construtoras e imobiliárias - cresceu 5,2% em agosto na comparação com julho e atingiu R$ 45,4 bilhões. No acumulado em 12 meses, a expansão da carteira é de 33,9%. O chefe do departamento econômico do BC, Altamir Lopes, explica que o crédito para empresas do setor cresce em ritmo menor que o financiamento para a compra da casa própria pelas famílias porque muitas companhias têm conseguido financiamento no mercado de capitais, como o lançamento de títulos de dívida ou ações. Fonte: O Estado de S.Paulo Fernando Nakagawa http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101027/not_imp630440,0.php

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